Bem vindo

Paróquia Santa Terezinha
Comunidade Nossa Senhora de Lourdes
Comunidade São José do Icaraí
Comunidade Santo Eugenio de Mazenod
Comunidade São Joaquim

domingo, 17 de abril de 2011

MIssa de Ramos















































Agradecemos a todos que participaram e ajudaram na realização da Missa de Ramos, foi muito linda !

quarta-feira, 13 de abril de 2011

PAROQUIA SANTA TEREZINHA
SEMANA SANTA 2011
 “A criação geme em dores de parto”(Rm 8,22)



DIA 17 DE ABRIL –
DOMINGO DE RAMOS
Bendito Aquele que vem, como Rei, em nome do Senhor!”
Paz na terra e glória no mais alto do céu”
(Lc, 19,28)
8h – Concentração e saída das comunidades em seguida procissão até a praça Tangurupará para a Celebração da memória da entrada de Jesus em Jerusalém – Aclamado como Rei
9h – MISSA DE ABERTURA DA SEMANA SANTA – 
Paróquia Santa Terezinha
19h30 – Missa e Bênção de Ramos - em N. Sra. de Lourdes

Dia 18 DE ABRIL – SEGUNDA-FEIRA SANTA
20hMISSA DAS MULHERES “Várias outras mulheres, ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.”(Lc 8,3c)
Paróquia Santa Terezinha

DIA 19 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA SANTA
20h – MISSA DOS HOMENS
Feliz o homem que põe no Senhor sua esperança e não se volta para os soberbos, nem para os que seguem a mentira.” (Sl 40,8)
Paróquia Santa Terezinha

20 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA SANTA
20 h – CELEBRAÇÃO PENITENCIAL 
Paróquia Santa Terezinha

21 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA SANTA - (TRIDUO PASCAL)
9h – MISSA DOS SANTOS ÓLEOS – Catedral da Sé
MISSA DA CEIA DO SENHOR E LAVA-PÉS
Jesus tomou o pão, agradeceu a Deus, o partiu” e distribuiu a eles dizendo: ‘Isto é o Meu Corpo, que será dado por vocês. Façam isto em memória de mim’”. (Lc 4,18)

20h Paróquia Santa Terezinha - (Comunidades: Santa Terezinha e Santo Eugênio)
22h – Comunidade N. S. De Lourdes -(Com. N. Sra. de Lourdes, São Joaquim e S José)
*Após a missa haverá vigília em todas as Comunidades.

DIA 22 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA SANTA – Dia de jejum e abstinência
PAIXÃO E MORTE DO SENHOR“Jesus sabia que tinha chegado a sua hora!”. A hora de passar desse mundo para o Pai.
Ele, que tinha amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”
(Jo, 13,1)

15h Ação Litúrgica da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo em todas as comunidades
18h – PROCISSÃO (trazer velas) – saída da Comunidade São José percorrendo várias ruas da vila e encerrando na Paróquia Santa Terezinha

DIA 23 DE ABRIL – SÁBADO SANTO
SOLENE VIGÍLIA PASCAL“Eu sou a luz do mundo!” (Jo, 9,5)
20h – Bênção do Fogo, da Água, anúncio da Ressurreição, para todas as comunidades na
Paróquia Santa Terezinha

DIA 24 DE ABRIL – PÁSCOA DO SENHOR
DOMINGO DA RESSURREIÇÃO
Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que está vivo?
Ele não está aqui! Ressuscitou!”.
(Lc 24,5)

5h da manhã – Missa da Ressurreição para todas as comunidades

Paróquia Santa Terezinha
Café da Ressurreição.

Aos nossos paroquianos, dizimistas e a todo povo das nossas comunidades, nossos votos de uma Santa e Feliz Páscoa!

Com a paz do Cristo Ressuscitado.
Pe. Valdiran, Diac. Jucelino Minotti


PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
Rua Jorge Palmiro Mercado, 143 – Vila Terezinha
Tel. 3921-9577
Pároco: Pe. Valdiran Ferreira dos Santos

MISSA DO DOMINGO DE RAMOS


  "Bendito Aquele que vem, como Rei,   em nome do Senhor!
  Paz na terra e Glória no mais alto do céu" (Lc. 19,28) 

 08:00 hs - Concentração e saída das comunidades indo em procissão até a praça Tangurupará para a Celebração da memória da entrada de Jesus em Jerusalém - Aclamado como Rei.
 09:00 hs - Missa de abertura da Semana Santa na Paróquia Sta. Terezinha.
 19:30 - Missa e benção de ramos na Com. Nossa Sra. de Lourdes.

      Venha e participe!!

terça-feira, 12 de abril de 2011

OLHAR EPISCOPAL - EDIÇÃO 07
UMA ESPIRITUALIDADE ECOLÓGICA
por dom Milton Kenan Junior
O tema da CF-2011 “Fraternidade e Vida no Planeta” nos permite refletir sobre a espiritualidade com uma feição ecológica. De início, poderíamos nos perguntar: “mas será possível falar numa espiritualidade ecológica?”; e “que sentido tem a espiritualidade para a vida do planeta?”.
Não deveria nos estranhar o alcance ecológico da espiritualidade; afinal, já na primeira página da Bíblia, vemos quanta afinidade há entre o Espírito e a Criação (cf. Gn 1,2). Falar da Criação, da Vida no Planeta exige que pensemos na ação do Espírito, a quem o Símbolo Niceno-Constantinopolitano professa como “Senhor que dá a vida”.
Quando descreve a ação do Espírito, a Palavra de Deus não só fala da sua ação nos profetas e na vida dos cristãos, mas fala da sua ação pelo universo. O livro dos Provérbios referindo-se à Sabedoria, a compara primeiramente ao mestre de obra que acompanha o trabalho da Criação; e depois a uma menina pequena que brinca no jardim, entre as flores e plantas, alegrando-se por estar entre os homens (cf. Pr 8,22).
Os salmos, ao mesmo tempo que descrevem a beleza do criado, nos falam do sopro divino que cria, sustenta, mantém a criação e renova a face da terra (cf. Sl 104, 30).
Partindo, portanto, das escrituras, a espiritualidade tem uma forte conotação ecológica: na Criação, os autores bíblicos são capazes de reconhecer os “vestígios” do Criador, os sinais da sua presença e da sua ação pelo mundo.
Neste sentido, são eloquentes as palavras de São João da Cruz: “Deus criou todas as coisas com grande facilidade e rapidez, deixando nelas um rastro de quem ele é. Não somente lhes tirou o ser do nada, mas dotou-as de inúmeras graças e virtudes, aformoseando-as com admirável ordem e indefectível dependência entre si. Tudo isto fez por meio da sua Sabedoria, com a qual as criou, e esta é o Verbo, seu Unigênito Filho” (Cântico 5,1).
Uma primeira característica da espiritualidade com conotação ecológica é justamente a admiração, o maravilhamento e estupor que brotam da contemplação da ação criadora de Deus, pois no dizer de São João da Cruz, “as criaturas são, na verdade, como um rastro da passagem de Deus, em que se vislumbram sua magnificência, poder, sabedoria e outras virtudes divinas” (Cântico 5,3); e ainda: “nas criaturas, vê a alma a grandeza e excelência do Criador, segundo as palavras do Apóstolo: ‘As coisas invisíveis de Deus tornam-se conhecidas à alma pelas coisas visíveis e criadas’ (Rm 1,20)” (Cântico 4,1).
O Texto-base da CF-2011 nos apresenta São Francisco de Assis como “modelo para os que buscam uma relação mais qualitativa em relação às criaturas.” (n° 189).  No Cântico das Criaturas, que o Texto-base reproduz (cf. n.197), Francisco nos ajuda a compreender que tudo na criação e no próprio homem aponta para Deus, tudo fala dele e o revela, embora nada possa encerrá-lo ou contê-lo.
É só a este Deus que convém o louvor, fruto de um reconhecimento maravilhado e cheio de entusiasmo, pois todas as criaturas revelam algo de sua glória fulgurante.
À todas as criaturas, Francisco chama de irmã, irmã e mãe. Para ele, entre todos os seres há como um parentesco. Todos os seres são formados da mesma matéria misteriosa e provêm do mesmo impulso criador.
O Cântico conclui-se passando dos objetos para o homem. Não o homem na sua beleza e sua força, mas o homem ferido pela ofensa, atingido pela doença e pela angustia, entregue às garras da morte, da qual ninguém pode escapar.
Estas ultimas estrofes revelam bem que é do coração de um homem ferido que brota o cântico de louvor. Conclui-se que o louvor de Deus pode brotar tanto da contemplação da ordem admirável do criado quanto do mais profundo do sofrimento humano, quando se compreende e se aceita seu sentido oculto. É a todas as situações que se aplica o convite da última estrofe: Louvai e bendizei meu Senhor, daí-lhe graças e servi-o com grande humildade.
Da contemplação da Criação e do maravilhamento diante dos “vestígios” do Criador, o Espírito nos conduz à ética do cuidado e da proteção. O Texto-base fala da ética do cuidado (n. 94-95). Tratando do cuidado, o Texto-base fala, citando Frei Antonio Moser, que ele é “essência do ser humano”.
É próprio do cuidado, continua o Texto-base, “não criar dependência, mas respeitar a identidade dos demais, como a peculiar maneira de ser e de existir de cada um dos demais seres. O cuidado deve também inspirar a preocupação e atitudes que cooperem com o crescimento do outro. O que será possível só em quem se encontra imbuído do amor, de quem está pronto para a doação.” (n. 184-186).
Podemos, então, concluir que uma espiritualidade com sentido ecológico é possível a partir da nossa sensibilidade para com o Espírito, “Senhor que dá a vida”; quando somos capazes de ver na beleza das criaturas um reflexo da beleza do Criador, quando da contemplação geramos compromisso com a obra criadora.
A nossa abertura a ação do Espírito deve levar-nos ao cuidado com o planeta. Irmãos e irmãs de todas as criaturas lembremos de que da existência de uns dependem os outros!
“Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra, que nos suste e nos governa, e produz frutos diversos, e coloridas flores e ervas” (São Francisco de Assis).
Dom Milton Kenan Junior
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal para a Região Brasilândia

segunda-feira, 11 de abril de 2011

MISSA DOS HOMENS
DIA 19 DE ABRIL DE 2011– TERÇA-FEIRA SANTA - PARÓQUIA SANTA TEREZINHA ÀS 20:00H
Feliz o homem que põe no Senhor sua esperança e não se volta para os soberbos, nem para os que seguem a mentira”. (Sl 40,8)
PARÓQUIA SANTA TEREZINHA
RUA Jorge Palmiro Mercado, 143
Tel.: 3921 – 9577
*Todas as terças-feiras às 20:00h, TERÇO DOS HOMENS na Santa Terezinha
Toda quarta-feira às 18h, Programa "Espaço das Comunidades" com o Pe. Valdiran, na Rádio Cantareira.




POR QUE SE CELEBRA A MISSA DE 7º DIA?
Pe. Valdiran Santos
1.PARA ENTENDER MELHOR:
O número sete na Bíblia é igual à perfeição que é = Deus. Em sete dias, Deus criou o mundo e descansou. Portanto o número sete é um número teológico e por isso assume uma importância simbólica tanto na Tradição judaica quanto na Tradição cristã. É nesse contexto que se desenvolve a tradição de luto de sete dias, conforme os textos seguintes:
- O luto de Jacó durou 7 dias (Gn 50,10)
- Saul foi enterrado e fizeram um jejum de 7 dias (1Sm 31, 13)
- O povo chorou a morte de Judite durante 7 dias (Jt 16, 24)
- O luto por um morto dura 7 dias (Eclo 22, 11)
Para nós é importante continuar essa tradição porque somos Cristãos; homens e mulheres de esperança, cremos na vida eterna e acreditamos que a morte não é o fim de tudo, mas o começo de uma nova vida. “Cristo, morrendo, destruiu a morte e ressuscitando dos mortos deu-nos a vida.”
Quando rezamos diante de um corpo, estamos diante de alguém que, pelo batismo foi o templo da Santíssima Trindade. (1Cor 2,16-17) e confiamos plenamente na ressurreição conforme, Jesus prometeu: “Eu sou a ressurreição e a vida”.

2. A FÉ JUDAICA NA VIDA APÓS A MORTE
2Mc 12,43-45 “Então fizeram uma coleta individual, reuniram duas mil moedas de prata e mandaram para Jerusalém, a fim de que fosse oferecido um sacrifício pelo pecado. Ele agiu com grande retidão e nobreza, pensando na ressurreição. Se não tivesse esperança na ressurreição dos que tinham morrido na batalha, seria coisa inútil e tola rezar pelos mortos. Mas, considerando que existe uma bela recompensa guardada para aqueles que são fiéis até à morte, então esse é um pensamento santo e piedoso. Por isso, mandou oferecer um sacrifício pelo pecado dos que tinham morrido, para que fossem libertados do pecado”.
Ecle 11,7 “Então o pó volta para a terra de onde veio, e o sopro vital retorna para Deus que o concedeu”.
Sb 3,1-4 “As almas dos justos, ao contrário, estão nas mãos de Deus, e nenhum tormento as atingirá. Aos olhos dos insensatos, aqueles pareciam ter morrido, e o seu fim foi considerado como desgraça. Os insensatos pensavam que a partida dos justos do nosso meio era um aniquilamento, mas agora estão em paz”.
Jó 19, 25-27 “Eu sei que o meu Redentor está vivo e que no fim se levantará acima do pó. Eu mesmo o verei, e não outro; eu o verei com os meus próprios olhos”.
Dn 12,3 “Muitos que dormem no pó despertarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha e a infâmia eternas, os sábios brilharão como brilha o firmamento e os que ensinam a muitos a justiça brilharão para sempre como estrelas”.

3. A FÉ CRISTÃ NA RESSURREIÇÃO
Para nós cristãos morrer significa passar da morte para a vida, é ir ao encontro com o Pai e viver eternamente no seu convívio. Para os que crêem em Deus “a vida não é tirada, mas transformada”. No Novo Testamento há inúmeras passagens que falam da ressurreição e da vida eterna. Esses textos são o fundamento da nossa fé e da nossa esperança. Vejamos alguns:
- “Então o anjo disse às mulheres: ”Não tenham medo. Eu sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui. Ressuscitou como havia dito”. (Mt 28,5-6);
- “Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam a caminho do campo”. (Mc 16,12);
- “Ainda estavam falando, quando Jesus apareceu no meio deles, e disse: “A paz esteja com vocês.” (Lc 24,36);
- “Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre”. (Jo 11, 25-26);
-“Estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro... nada nos poderá separar do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, nosso Senhor “. (Rm 8, 38-39);
- “O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e o coração do homem não percebeu, foi isso o que Deus preparou para aqueles que o amam”. Deus, porém, o revelou a nós pelo Espírito” . (1Cor 2,9);
- “O mesmo acontece com a ressurreição dos mortos: o corpo é semeado corruptível, mas ressuscita incorruptível; é semeado desprezível, mas ressuscita glorioso, é semeado na fraqueza, mas ressuscita, cheio de força” (1Cor 15, 42-43);
- “Nós sabemos: quando a nossa morada terrestre, a nossa tenda for desfeita, receberemos de Deus uma habitação no céu, uma casa eterna não construída por mãos humanas”. (2Cor 5,1);
- “Com ele, vocês foram sepultados no batismo, e nele vocês foram também ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que ressuscitou Cristo dos mortos”. (Cl 2,12);
- “À voz do Arcanjo e ao som da trombeta Divina, o próprio Senhor descerá do céu. Então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”. (1Ts 4, 16);
- “Os homens morrem uma só vez e depois disso vem o julgamento”. (Hb, 9,27);
-“Os que vêm da grande tribulação... Nunca mais terão fome, nem sede; nunca mais serão queimados pelo sol, nem pelo calor ardente. Pois o Cordeiro que está no meio do trono será o pastor deles; vai conduzi-los até às fontes de água da vida. E Deus lhes enxugará toda lágrima dos olhos”. (Ap 7,16-17);
-“Felizes os mortos, aqueles que desde agora morrem no Senhor. Sim diz o Espírito, descansem, de suas fadigas, pois suas obras os acompanham”. (Ap 14,13).

CONCLUSÃO:
Os textos que lemos justificam as nossas orações pelos mortos, especialmente a Santa Missa, culto máximo de louvor, gratidão e adoração a Deus, Senhor da vida e da imortalidade. A missa de 7º dia está, portanto, fundamentada na Palavra de Deus. Com certeza, uma prece dirigida a Deus, por alguém vivo ou falecido, não lhe fará mal nenhum, pois rezamos ao Deus Pai, autor e Senhor da vida. Dessa forma participamos da Comunhão dos Santos, aqueles que estão na glória do céu, aqueles que esperam o dia do julgamento e nós que militamos neste mundo.
Nossa fé se fundamenta na Ressurreição de Jesus, por isso cremos que a última palavra é da vida e não da morte! “Não tenha medo, Eu sou o primeiro e o último. Sou o vivente. Estive morto, mas estou vivo para sempre. Tenho as chaves da morte e da morada dos mortos”. (Ap 1,17-19). “Aquele que alerta essas coisas diz: “Sim! Venho muito em breve”. Amém! Vem, Senhor Jesus! (Ap 22,20).

sábado, 2 de abril de 2011


O GRUPO DE ORAÇÃO O AMOR VENCERÁ CONVIDA A TODOS PARA O ENCERRAMENTO DO CERCO DE JERICÓ COM SANTA MISSA, NA SEXTA FEIRA DIA 08 DE ABRIL DE 2011 ÀS 20:00 HORAS, CELEBRADA PELO PÁROCO PADRE VALDIRAN, NA PAROQUIA SANTA TEREZINHA

RUA JORGE PALMIRO MERCADO, 143

VILA TEREZINHA  TELEFONE: 3921.9577

quarta-feira, 30 de março de 2011

MISSA DE ENCERRAMENTO DO CERCO DE JERICÓ

O Grupo de Oração Amigos de Jesus da Comunidade Nossa Senhora de Lourdes convida a todos para participarem da missa de encerramento dos 07 encontros do Cerco de Jericó que acontecerá sábado dia 02 de abril às 20 hs. O celebrante será o Pe. Edson da Paróquia São Pedro da Lapa.
Venha agradecer a Deus por todas as graças em sua vida.

Rua Jorge Pires Ramalho, 583 - V. Terezinha - Telefone: (11) 3921 3464.